Giovanni deixa o Santos chateado e com a sensação que só voltou ao clube para eleger Luis Álvaro Com a sensação que só voltou ao Santos para eleger o atual presidente do clube, Luis Álvaro de Oliveira Ribeiro, o meia Giovanni encerrou sua carreira como atleta profissional. Pouco utilizado pelo técnico Dorival Júnior, o ex-camisa 10 do Peixe serviu de cabo eleitoral para a nova cúpula santista. Isso porque, Giovanni é considerado um dos principais ídolos da história do clube e certamente garantiu muitos votos na última eleição.
O gerente de futebol do Santos, Paulo Jamelli anunciou nesta sexta-feira, no CT Rei Pelé, a aposentadoria do meia, ídolo da torcida santista na década de 90. O atleta, que retornou ao clube da Baixada Santista no inicio desta temporada, vai assinar sua rescisão contratual na próxima segunda-feira.
“Segunda-feira ele deve rescindir o contrato. Também não tem muito o que fazer. É um acordo, vamos sentar e conversar. Faz uns 15 dias, quando ele me procurou. Como não estava sendo aproveitado, para que ele não saia de ferias. Nós achamos que era justo essa liberação do Giovanni”, afirmou o gerente de futebol, Paulo Jamelli.
O dirigente santista acertou a saída do jogador em uma reunião na manhã desta sexta-feira com o representante do meia, Edinho de Souza. Ficou acordado também entre as duas partes, que o ex-camisa 10 do Santos terá uma partida de despedida antes do retorno do Campeonato Brasileiro, após o Mundial da África do Sul.
“Hoje tivemos uma reunião com o empresário dele. Estamos bolando alguma coisa diferente, que nunca aconteceu no Brasil. Uma evento de despedida do Giovanni para deixar marcado o encerramento da carreira dele. Nós vamos usar a volta nossa na Copa e antes do jogo do Brasileiro, podemos fazer dois jogos. Vai ser durante esse recesso”, disse o Jamelli.
Giovanni, inclusive, não está mais comparecendo aos treinos do Santos desde a última quarta-feira. Desta forma, está descartado a possibilidade do atleta fazer sua despedida no duelo contra o Vasco-RJ neste domingo, às 16h (de Brasília), na Vila Belmiro, pela sétima rodada do Campeonato Brasileiro.
“Ele nunca vai pedir para ser escalado. Ele pediu para ser liberado desses jogos. Nós entendemos que sim. Talvez se o pedido fosse feito ontem, a resposta seria outra, por causa de cartões e contusões do time (contra o Vasco)”, concluiu o dirigente.
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